SERVIÇOS
- Análises de água
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- Entidades Gestoras: - Descrição - Alguns trabalhos realizados
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- Estudos e Projectos
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- Estudos de Impacte Ambiental: - Descrição - Trabalhos realizados
- Acompanhamento Ambiental de Obra: - Descrição - Trabalhos realizados
- Licenciamento de Empreendimentos Hidráulicos: - Descrição - Trabalhos realizados
- Identificação de Focos de Poluição Hidráulicos: - Descrição - Trabalhos realizados
- Registo de captações de água
- Impermeabilizações Especiais
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- Desinfecções
- Tratamentos de Água
Limpeza e desinfecção bacteriológica de estruturas (reservatórios e condutas) em contacto com a água para consumo humano.
Nas estruturas que se encontram em contacto directo e diário com água, tem tendência a formar-se um Biofilme. Este é constituído não só por compostos inorgânicos mas igualmente por matéria viva.
Este biofilme pode alojar contaminações que surjam na água, fornecendo-lhes nutrientes e protecção. Quando alojada, a contaminação pode proliferar tornando-se permanente. Por esta razão, a remoção periódica desse biofilme através de um processo de higienização é de toda a importância, para a boa conservação da qualidade da água.
a) Todas as superfícies a lavar serão molhadas com um jacto de água forte, à pressão da rede (de preferência, 5 bar), removendo-se sedimentos grosseiros e areias, tendo o cuidado de aplicar uma última aguada, incluindo tectos.
b) Em seguida, pulverizar, à pressão aproximada de 1 bar, as paredes e pilares com um produto desincrustante e desinfectante adequado ao tipo de revestimento existente nos reservatórios e outras estruturas a tratar.
c) Durante esta operação, deve ser controlado o teor de bactericida em contacto com as superfícies, por meio de fita identificadora (bandeletes-teste).
d) Decorridos menos de 20 minutos após a pulverização do desincrustante/desinfectante, procede-se à lavagem dessas superfícies e dos tectos por meio de água abundante.
As águas acumuladas no interior do reservatório, provenientes da lavagem e da desinfecção, só deverão ser libertas para esgoto depois de se verificar se o seu pH se situa entre 6 e 8. Caso contrário deverão ser neutralizadas com um produto adequado para o efeito. Contudo, de um modo geral, a mistura com a aguada final promove uma neutralização suficiente para a sua libertação.



